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ISSN 1678-8419         última atualização em: terça-feira, 04 de janeiro de 2011 21:14:15                                               

 
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Socioambiental

Uma visão holística da Educação Ambiental como processo de humanização do sujeito

KAYSER, A.M1; SILVA, M.A2; CARDOSO, E3.

publicado em 04/01/2011



 

RESUMO

Esta pesquisa bibliográfica objetiva abordar a necessidade de uma reflexão-ação referente à crise ambiental, principal dilema século XXI, sendo o homem o principal protagonista das catástrofes ambientais. Enfatiza ainda a ciência que ao identificar à crise ambiental ressalta a necessidade de compreensão mútua da sociedade em construir ou ampliar uma reforma de conscientização levando em conta a sobrevivência dos indivíduos/sociedade/espécies. E a mobilização dos diversos atores sociais no processo de conscientização da importância da educação ambiental de forma emancipatória tendo base à teoria libertaria de Paulo Freire.


 

Palavras-chave: educação, consciência ambiental, cidadania


 

ABSTRACT


 
This literature review aims to address the need for an action-reflection on the environmental crisis, the main dilemma century, the man being the main protagonist of environmental disasters. It further emphasizes the science to identify the environmental crisis underscores the need for mutual understanding of society in building or expanding an awareness of reform taking into account the survival of individuals / society / species. And the mobilization of social actors in the process of awareness of the importance of environmental education so liberating being based on the libertarian theory of Paulo Freire.
 
Keywords: education, environmental awareness, citizenship


 


 

INTRODUÇÃO


 

Há muito, as questões pertinentes à educação ambiental têm se constituído em objeto de reflexão, visto que, o homem tornou-se, o principal protagonista de catástrofes ambientais. De fato, ao longo dos anos acompanhamos o domínio do mesmo sobre a natureza. Aliás, acredita-se atualmente que a maior preocupação do século XXI é sem dúvida a destruição do meio ambiental. Dessa forma é grande a mobilização dos diversos atores sociais no processo de conscientização da importância da educação ambiental por meio de uma reeducação como eixo norteador do futuro da humanidade.

Nesse contexto destacamos entidades governamentais e não governamentais como: ONGs, movimentos populares, grupos religiosos, organizações políticas entre outros. Os quais buscam orientar suas ações para o desenvolvimento sustentável em especial a reeducação da sociedade referente à temática ao meio ambiente.

Nesse sentido, também merece ênfase a ciência que ao identificar à crise ambiental ressalta a necessidade de compreensão mútua da sociedade em construir ou ampliar uma reforma de conscientização levando em conta a sobrevivência do indivíduo. Mas para que isto ocorra se faz necessário políticas públicas efetivas de prevenção e cuidado com o ecossistema. Entretanto; historicamente acompanhamos o processo de devastação da natureza principalmente na região nordeste do Brasil região esta conhecida como Amazonas. Isto é possível perceber quando observamos de forma silenciosa o grito de socorro do nosso ecossistema. Considerando ainda que este agravante contribuísse de forma significativamente para o atraso cultural da região nordeste, a este fenômeno podemos chamá-lo de negação cega do homem aos benefícios que a natureza traz a sociedade. Logo, é possível nos perguntamos? Será que lhe resta ainda consciência de nossas ações e será que elas corroboram ou fortalecem o extermínio de espécies importantes da fauna ou flora?

Dessa forma é possível realizar uma ação reflexiva quanto à necessidade da humanização da sociedade perante as questões ambientais. A fim de que, seja inserida no sujeito uma cultura aberta ao diálogo, à troca de experiências, ou seja, uma consciência autocrítica, de autonomia, visando à auto reforma do pensar e agir humano referente às questões ambientais. Levando em conta que ao longo de décadas a sociedade vem sofrendo um processo de evasão rural e conseqüentemente a urbanização desenfreada de metrópoles e grandes centros, fatores como esse conseqüentemente pactuam a ocupação de locais próximos a área de mananciais, ou seja, as margens de rios, locais insalubre (lixões), e outras fontes de poluição.

Nesta mesma perspectiva podemos citar várias indústrias as quais não tem compromissos com o meio ambiente e muito menos com a sociedade. Ora, basicamente expõem o indivíduo e a sociedade à vulnerabilidade, além disso, caracteriza-se um fator desencadeante de vários problemas de saúde e principalmente de devastação ambiental.

Entretanto; o processo de construção da consciência ambiental é uma tarefa árdua, já que, a sociedade de que somos parte é regida por um cenário de classes sociais, que não respeita as singularidades, e nesse sentido é seletiva e excludente no que se refere aos menos favorecidos. Poderíamos dar exemplos dos catadores de lixo, os quais muitas vezes são excluídos, marginalizados por meio deste sistema capitalista. Evidentemente é preciso inserir uma cultura de autonomia, de protagonismo dos sujeitos, de respeito à singularidade onde cada indivíduo assuma seu papel de co-responsável por uma sociedade justa e fraterna. Neste sentido devemos pensar uma reeducação a qual seja apoiada por toda camada da sociedade e por políticas públicas para a educação das nossas crianças. Ou seja, o que estamos pensando é um processo de repensar, reeducar a sociedade referente à temática do meio ambiente, para que desta forma tenhamos uma educação mais participativa, libertadora, renovada, ou seja, uma educação sócio educativa para o futuro de nossas crianças.

Nesse sentido é interessante enfatizar que a sociedade não respeita a singularidade, evidentemente não respeitara a fauna e flora. Resumindo somos parte de uma sociedade seletiva e excludente a qual não tem a sensibilidade de quantificar o sofrimento do animal em sair de seu habitat.

Este artigo foi estruturado objetivando sensibilizar e conscientizar a sociedade na destruição do meio ambiente, pois o homem conseqüentemente ao destruir o ecossistema culminará para sua própria morte. Nesse caso é necessário ampliar a busca por uma sociedade solidária, participativa que visa a inclusão do coletivo que significa educar de forma emancipatória ao respeito, ao diálogo, a valorização de cada ser em sua totalidade, ou seja, o respeito à biodiversidade. Dessa forma, trabalhando a inserção da consciência ecológica.

O presente artigo foi elaborado a partir uma pesquisa bibliográfica, desenvolvida a partir de material já elaborado, constituído principalmente por livros e revistas científicas. Segundo Gil (2006), essa metodologia permite abarcar uma gama de fenômenos muito mais ampla do que aquela que investiga diretamente, pois possibilita agrupar inúmeros dados dispersos que na pesquisa de campo nem sempre é possível.

A pesquisa bibliográfica se dá por uma investigação, uma consulta de livros e documentos referentes ao assunto que se deseja estudar. É uma localização de fontes de informação para a coleta de dados que se almeja ou se necessita para o aperfeiçoamento de determinado assunto. Este tipo de pesquisa ocorre como sinônimo de investigação, de busca a um determinado tema e objeto de estudo (GIL, 2006).

O desencadeamento da pesquisa bibliográfica depende de alguns fatores para o seu desenvolvimento, tais como: a natureza do problema; o conhecimento que o pesquisador tem sobre o assunto; o grau de precisão que se pretende ter em relação à pesquisa, entre outros. Para a realização de uma pesquisa bibliográfica, deve-se seguir um roteiro com base em um processo que envolve etapas sucessivas, como: a escolha do tema, o levantamento bibliográfico, a formulação do problema, a busca de fontes, e a leitura do material (GIL, 2006).

Evidentemente as questões problemáticas referentes à crise ambiental requerem enfrentamento conjunto por meio de toda a sociedade, logo, as respostas pertinentes a tais questões requisitam uma analise profunda sobre o meio ambiente e suas múltiplas relações de forma integradas entre sociedade e todas as políticas públicas.

Contudo é preciso efetuar parcerias aberta ao diálogo, ao respeito mútuo entre os diversos atores envolvidos na causa ambiental, visando assim o despertar em cada sujeito a consciência de sua participação e responsabilidade. Entretanto; isto requer transversalidade nas ações e uma educação emancipatória de valorização, autonomia e protagonismo para que o mesmo seja capacitado a diagnosticar, interpretar, planejar, intervir, implementar, avaliar, além de reproduzir seus conhecimentos na perspectiva do meio ambiente.

Percebe-se, que a educação emancipatória torna-se um dispositivo para modificar o pensamento ecológico ao mesmo instante estimula o exercício da cidadania. Essa concepção libertária de educação é de Paulo Freire. Onde Freire diz a educação de forma libertária é a forma de emancipação de dominados e dominadores.


 

HUMANIZAÇÃO ECOLÓGICA


 

Estamos, contudo, desafiados a trabalhar a humanização do homem enquanto sujeitos biológicos e culturais. Conforme Morin 1999, pag 63 é preciso que compreendam tanto a condição humana no mundo como a condição do mundo humano, que, ao longo da historia moderna tornou-se condição da era planetária. Isso significa que é preciso parar e refletir que as ações ou maneira como vivemos deixam registros no meio ambiente. Ora, é possível quantificar as marcas conforme desenvolvemos nossas ações, elas podem tornar-se grandes e visíveis a partir do instante que o homem gananciosamente explora o ecossistema. Conseqüentemente, maior impacto desta ação no Planeta.

Por outro lado se as ações caminharem de forma humanizada, de respeito a cada sujeito inserido na sociedade os registros ou marcas conseqüentemente serão saudáveis, e sob esse aspecto a exploração dos recursos naturais contribuirá para a promoção da saúde e verdadeiramente na construção da dignidade humana.

Evidentemente é preciso incluir a educação ambiental nas grandes curriculares ao mesmo instante que é necessário substituir a metodologia do ensino tradicional por método libertário, onde de fato, seja possível trabalhar a educação no campo de inserção do sujeito. Uma vez que a partir de uma reflexão-ação seja possível implementar uma consciência ambiental. Em outras palavras, o método de trabalhar o conhecimento partindo do dia a dia contribui para ampliar ou modificar pequenas ações. Exemplo ensinar e responsabilizar a criança plantar e cultivar uma árvore ou talvez, ate uma simples ação como recolher um objeto jogado no pátio da própria escola.

De fato, somos cientes de como é difícil observar a relação de nosso cotidiano e a degradação ambiental. É interessante, parar e refletir nossa reação quando ouvimos ou temos o privilegio de ler uma notícia, artigo ou livro de educação ambiental, isto nos remete a sensação de distanciamento, algo não familiar. Essas imagens são as mesmas que cultivamos com nossos semelhantes, ou seja, a dor do outro não nos pertence.

Este mecanismo de egoísmo contribui para jogamos a responsabilidade aos outros enquanto eu cidadão não tenho a capacidade de olhar minhas ações ou atitudes em meu ambiente familiar, no trabalho, na comunidade ou coletivamente em sociedade. Assim continuamente responsabilizamos a sociedade pela crise ambiental e meramente esquecemos que somos parte da mesma.

Dessa maneira, como críticos e reflexivos da coletividade não contribuímos direto ou indiretamente para a modificação do atual cenário ambiental. Ora, sabe-se reversão do atual quadro de degradação necessariamente necessita de uma ação integrada pelo meio ambiente.

Entretanto; é possível a partir da realidade atual construir novos caminhos utilizando como ferramenta a educação ambiental, nesse sentido através de uma distribuição digna dos recursos naturais, ora, ampliando a visão de problemas ao longo de décadas como desigualdade social, não respeito aos direitos humanos entre outros.


 

BIODIVERSIDADE E SUA REAL RELAÇÃO COM VIDA HUMANA


 

Interessante enfatizar que a vida humana para sobreviver depende diretamente da biodiversidade. Visto que, necessitamos de água, alimentos, enfim, de toda natureza. De fato, até mesmo fatores como a economia e a cultura do país são dependentes do ecossistema. Contudo, sabe-se o uso da biodiversidade gera benefícios como produtos extraídos da terra, além de contribuir diretamente com equilíbrio ecológico, já que, comprovadamente é possível citar exemplos como; equilíbrio do clima, redução das emissões de gases do efeito estufa, contribuições na área da saúde ao disponibilizar produtos farmacêuticos e tecnologias importantes para diagnóstico e tratamento de patologias exemplo laser, ainda a promoção da diversidade cultural.

No entanto, não podemos esquecer que somos parte de uma sociedade em construção, onde nem todo o sujeito tem consciência ambiental. Dessa maneira, nem sempre o uso da biodiversidade gera um impacto positivo. Todavia, o impacto negativo compactua diretamente com extinção de espécie, e, por conseguinte, a perda do desenvolvimento sustentável, ou seja, econômica.


 

IMPACTOS DA AÇÃO DA SOCIEDADE SOBRE O MEIO AMBIENTE


 

Atualmente acompanhamos uma enxurrada de informações sobre a crise ambiental. Assim, constantemente somos sensibilizados quanto ao pedido de socorro do meio ambiente, ouvimos um alerta é preciso agir hoje para reduzir os impactos da degradação ambiental sobre gerações futuras. Isto é assustador, no entanto é comprovado, visto que a natureza vem se manifestando constantemente, logo, pagamos um preço alto por nossas ações, assim conseqüentemente esta em jogo vidas e espécies. No entanto; não é utopia, e sim real realidade, ai esta as enchentes, deslizamentos, furacões, desequilíbrio das estações, enfim, uma série de fatores, quais demonstram, a necessidade ações coletivas e integrais de responsabilidade socioambiental em defesa da vida.

No entanto, é importante enfatizar que no Brasil atualmente, é motivo de preocupação as conseqüências ambientais provocadas por grandes empresas industriais que acarretam efeitos danosos ao meio ambiente. É preciso destacar que o maior catalisador deste impacto é a modernização da sociedade contemporânea. Continuamente, este fator é culminado por produtos até frívolo-supérfluos ao consumidor que na maioria das vezes adquiri por questões de status. Sem dúvida este produto será benévolo economicamente ao consumidor trará sensação de saciabilidade, em contrapartida ao meio ambiente produzirá efeitos colaterais, danosos durante o processo de fabricação, uso e descarte final.

Afinal, sociedade contemporânea vislumbra os avanços tecnológicos e continuamente os produtos evoluem de forma assídua e evidentemente acalanta a substituição por produtos mais modernos. Neste contexto percebe-se que tais impactos ambientais, geralmente, são pouco expressivos ou talvez desconsiderados pela sociedade de consumo. No entanto, são atitudes como essa que diariamente bilhões de indivíduos corroboram diretamente com a destruição do meio ambiente.

 

CONCLUSÕES


 

De fato, a crise ambiental apresenta-se como um dilema social, e vem requerendo a democratização participativa de toda a sociedade. Nesse exato sentido, convoca todos os atores sociais, a efetuar uma parceria, interdisciplinar voltada para educação ecológica e cidadã. Logo, é necessário efetuar parceria entre políticas públicas, culturais e econômicas, educadores, lideranças comunitárias, movimentos sociais e religiosos, comunidade acadêmica, e o sujeito social. Todos engajados continuamente em ações comunitárias motivadas em prol do regaste do ecossistema.

Portanto; é a partir da educação ambiental que se promove ou constrói uma sociedade democrática, com sujeitos críticos, reflexivos,por meio de uma educação holística, ou seja, autônomo e protagonista e co-responsável, apto a lutar por uma sociedade que respeita a singularidade e, contudo, a diversidade social. Em outras palavras uma educação emancipatória produz a valorização do indivíduo ao instante que promove mudança de valores e contribui para a formação de redes. E sob este aspecto reduz o agravamento da crise ambiental.

Logo, para atingir a emancipação do sujeito de fato, é necessário trabalhar a consciência ambiental. Ora, somos cientes que através de pequenas ações diárias, o homem contribui direta e indiretamente para a não degradação do ecossistema.

Portanto; este processo emancipatório do homem visa assumir uma autonomia dialógica, de experiência de cada indivíduo desencadeada a partir de seu cotidiano. Logo, só é possível através de uma educação libertadora, de respeito às diferenças e a diversidade, ou seja, a inclusão como fomento de saberes, aliada ao trabalho de forma horizontal e interdisciplinar promovendo assim a criação de vínculo de solidariedade e co-responsabilidade.


 

REFERÊNCIAS


 

FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança: um encontro com a pedagogia do oprimido. 6ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999. , Bauru, v. 13, n. 3, 2007.


 

 MORIN, E. Os sete saberes necessário á educação do futuro. Ed. Cortes UNESC V.1, n 12. 1999.


 

RIOJAS, J. A complexidade ambiental na universidade. In: LEFF, E. et al. A complexidade ambiental. São Paulo: Cortez, 2003.


 

MUENCHEN, Cristiane; AULER, Décio. Configurações Curriculares Mediante o Enfoque CTS: Desafios a Serem Enfrentados na Educação de Jovens e Adultos. Ciência & Educação.


 

BRASIL, Programa Nacional De Educação Ambiental– ProNEA. Brasília, Ministério do Meio Ambiente, 2005.


 

1Aristéia Mariane Kayser (UFSM/FACISA/UNICID) Graduada em Enfermagem, Especialização em Educação Ambiental/Urgência Emergência e Trauma/Gestão Educacional

Marco Aurélio da Silva (UFSM/UFRGS/UNICID) Graduado em Filosofia, Especialização em Educação Ambiental/Gestão Municipal/Gestão Educacional

Evandra Cardoso (FASB) Mestre em Psicologia Clínica; Professora de Graduação do Curso de Psicologia

E-mail:ma22@zipmail.com.br;k0132@hotmail.com; evandracardoso@fasb.edu.br

 
  

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Aristéia Mariane Kayser (UFSM/FACISA/UNICID) Graduada em Enfermagem, Especialização em Educação Ambiental/Urgência Emergência e Trauma/Gestão Educacional

Marco Aurélio da Silva (UFSM/UFRGS/UNICID) Graduado em Filosofia, Especialização em Educação Ambiental/Gestão Municipal/Gestão Educacional

Evandra Cardoso (FASB) Mestre em Psicologia Clínica; Professora de Graduação do Curso de Psicologia

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