Posts Tagged ‘ Esalq ’

Arborização urbana influencia conforto e saúde humana

08/04/2015
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Arborização urbana influencia conforto e saúde humana

Por Da Redação – agenusp@usp.br Ana Carolina Brunelli, da Assessoria de Comunicação da Esalq imprensa.esalq@usp.br Pesquisa avalia a interferência de áreas verdes no conforto e na saúde humana Determinar as influências da arborização urbana no bem estar físico (conforto térmico) e no bem estar psicológico foi a proposta da pesquisa de Léa Yamaguchi Dobbert, pós-graduada em Recursos Florestais pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba. O estudo, orientado pelo professor Demóstenes Ferreira da Silva Filho, do Departamento de Ciências Florestais, propõe também, qualificar espaços urbanos em relação à arborização existente. “O objetivo foi avaliar a interferência de áreas verdes inseridas nas cidades, corroborando outros estudos realizados sobre os efeitos da arborização urbana no conforto e na saúde humana”, afirma Léa. O projeto, desenvolvido na cidade de Campinas (interior de São Paulo), avaliou o conforto térmico e o bem estar dos usuários de quatro áreas com características distintas em relação à tipologia das edificações, à cobertura arbórea, à população residente e outras características físico-espaciais: o Centro, o Cambuí, o Jardim das Paineiras e a Comunidade Vila Brandina. “Entrevistas foram realizadas com as populações das diferentes áreas sendo aplicados dois tipos de questionários. O primeiro, analisando a

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Colonização e estradas aumentaram desmatamento em Rondônia

17/12/2014
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Área estudada representa cerca de 23% de todo o estado de Rondônia Pesquisa realizada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, constata que no estado de Rondônia as proximidade das estradas é o principal fator que estimula o desmatamento. O estudo também analisou como a fragmentação da floresta influenciou a extinção local de espécies de mamíferos de médio e grande porte, e alterações na qualidade da água dos riachos locais. As análises e levantamentos compõem a tese de doutorado do ecólogo Rodrigo Anzolin Begotti. “Ao todo foram cerca de quatro anos e meio de estudos e análises de uma área de aproximadamente 55 mil quilômetros quadrados, por meio de imagens de satélite da família Landsat referentes ao período de 1975 a 2011”, conta. A área estudada, segundo o cientista, representa cerca de 23% de todo o estado de Rondônia. Ali existem mais de 12 mil quilômetros de estradas de terra e pavimentadas. “Vale lembrar que o desmatamento de florestas tropicais é uma das principais fontes de emissão de gases do efeito estufa”, ressalta. Begotti também avaliou como o que restou da floresta influenciou na qualidade da água dos riachos. “Neste caso, analisamos 21 parâmetros

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Pecuária Verde alavanca lucro de fazendas no Pará

25/11/2014
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Por Caio Albuquerque, da Esalq em Piracicaba – caioalbuquerque@usp.br Projeto Pecuária Verde tirou Paragominas da lista negra do Ministério do Meio Ambiente Em 2011, o professor Ricardo Ribeiro Rodrigues, do Departamento de Ciências Biológicas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, colocou em prática o projeto Pecuária Verde, na cidade de Paragominas (PA). Entre 2008 e 2010, o município paraense esteve na incômoda lista negra do Ministério do Meio Ambiente (MMA), como umas das cidades que mais promovem desmatamento e desrespeitam as leis ambientais no âmbito da Floresta Amazônica. Isso por conta do modelo extensivo da atividade pecuária e a exploração desmedida por parte do setor madeireiro. Em 2009, Rodrigues foi convidado pela prefeitura local e pela The Nature Conservancy (TNC) para tentar equalizar a questão e ajudar Paragominas a sair da lista negra do MMA. Sem sucesso na tentativa de convencer pecuaristas a diminuírem a área de pasto e plantarem árvores nativas próximas aos leitos dos rios, o pesquisador modificou seu plano de atuação e instituiu o projeto Pecuária Verde. “Na cultura tradicional dos produtores da região era impossível conceber uma realidade diferente daquela, mesmo com uma rentabilidade baixa por hectare. Foi então que

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Projeto aproxima escolas de temáticas energética e ambiental

27/03/2014
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Projeto aproxima escolas de temáticas energética e ambiental

Por Caio Albuquerque, da Esalq em Piracicaba – caioalbuquerque@usp.br Da Assessoria de Comunicação da Esalq acom.esalq@usp.br Despertar nos estudantes do ensino médio o interesse e a compreensão sobre as áreas tecnológicas relacionadas ao setor de biocombustíveis, além de promover a interação entre o conhecimento produzido na Universidade e os conteúdos do ensino médio, por meio do eixo transversal bioenergético e ambiental. Este é um dos objetivos do projeto Ensino médio, Biocombustíveis e Meio Ambiente, desenvolvido por estudantes de graduação e pós-graduação da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba. A atividade é uma iniciativa realizada pelo Programa Ponte, um grupo de extensão da Esalq e que teve início no segundo semestre de 2013, quando o projeto foi aprovado pela Finep, empresa pública vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI). “O financiamento da Finep contempla bolsas de estudo aos monitores da Esalq, além de cobrir gastos com deslocamento até as escolas, produção de vídeos educativos e elaboração de kits pedagógicos”, conta Mariana Bettinardi, gestora ambiental e uma das coordenadoras do projeto. Dinâmica Na primeira etapa, realizada em 2013, participaram das ações cerca de 200 estudantes e professores das escolas estaduais Pedro Morais Cavalcanti

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Manejo florestal afeta avifauna Amazônica

26/11/2012
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Manejo florestal afeta avifauna Amazônica

Por Da Redação – agenusp@usp.br Ana Carolina Miotto, da Assessoria de Comunicação da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Nos últimos anos, a Amazônia apresentou as maiores taxas de desflorestamento tropical no mundo. Nesse contexto, a situação da avifauna foi analisada pelo biólogo Miguel Ángel Quimbayo Cardona, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da USP. Ele comprovou que existem diferenças significativas de riqueza de espécies de aves entre as áreas de manejo florestal e entre dois períodos de amostragem em seu estudo. O manejo florestal é composto por diretrizes que servem para reduzir os danos e facilitar a regeneração e integridade da Amazônia Brasileira. No estudo de doutorado Efeitos do manejo florestal na estrutura da avifauna na floresta Amazônica de Paragominas (Pará), o biólogo avaliou o manejo e mudanças na estrutura da avifauna na floresta Amazônica de Paragominas, no Pará. Foram registradas 235 espécies de aves nas áreas de manejo florestal. “As informações coletadas mostram que a Pseudastur albicollis, Gavião branco, foi contemplado pela pesquisa resposta da comunidade de aves a esses fatores de modificação da estrutura foi imediata”, diz o pesquisador. Cardona afirma que a área de manejo florestal com maior riqueza de espécies e

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