Ribeirinhos, desenvolvimento e a sustentabilidade possível

19/04/2008
By partes15

Publiquei no site da P@rtes em 2005 um artigo de  Josélia Gomes Neves, professora da Universidade Federal de Rondônia – Campus de Ji-Paraná. Republiquei novamente pela pertinencia do texto que pretende estabelecer uma reflexão sobre a “população tradicional identificada como ribeirinha, povos habitantes da Amazônia, articulando a sua existência a possíveis alternativas de desenvolvimento, considerando o contexto em que estão inseridos e do que é possível produzir, num processo que leve em conta a sua relação com a natureza”.O artigo da professora merece ser lido à luz das várias besteiras que se falam pela mídia sobre os povos ribeirinhos e refletir “paulofreireanamente” sobre o “oprimidos” que não são ouvidos como fontes para a realização das máterias quer inundam nossoa jornais.Leia o artigo na íntegra em: Ribeirinhos, desenvolvimento e a sustentabilidade possível.

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Dando nomes aos…

18/04/2008
By partes15

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente – SMA promete divulgar no dia 23 de abril de 2008 o relatório apontando os nomes das 100 maiores indústrias emissoras dos gases geradores do efeito estufa do Estado de São Paulo. O anúncio será feito pelo secretário Xico Graziano durante a reunião do CONSEMA – Conselho Estadual do Meio Ambiente. O encontro, previsto para ter início às 9h, na sede da SMA, em São Paulo (Av. Prof. Frederico Hermann Jr., 345 – Alto de Pinheiros), contará com a presença do idealizador do inventário, o ex-secretário do Meio Ambiente José Goldemberg, e do presidente da CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, Fernando Rei. A identificação preliminar das indústrias com maior potencial de emissão do CO2 (dióxido de carbono de origem fóssil) no Estado foi obtida a partir da aplicação dos critérios para avaliações das emissões de CO2 do Intergovernmental Panel on Climate Change – Guideline for National Greenhouse Gas Inventories – IPCC/2006 e da Diretiva da Comunidade Européia, de 1996, sobre a base de dados dos empreendimentos licenciados pela CETESB.

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mapeamento socioambiental

15/04/2008
By partes15

Estudo inédito realizado por pesquisador da PUC-SP revela que o mapeamento socioambiental ajuda a entender epidemias virais em países tropicais. O estudo afirma que a intensa degradação ambiental provocada pelo homem nesses locais afeta especialmente as florestas tropicais, portadoras da maior biodiversidade do planeta. Sua devastação compromete o equilíbrio e a evolução ambiental local. Esse cenário, no Brasil e no exterior, somado às precárias condições de vida de parte significativa das populações que os habitam estão favorecendo o reaparecimento e a difusão das chamadas “doenças tropicais”, como a febre amarela e a dengue hemorrágica no Brasil. O estudo, tese de doutorado, mostra que as alterações ambientais e as condições socioeconômicas das áreas tropicais estão relacionadas à epidemia de doenças tropicais como a dengue hemorrágica e a febre amarela. Intitulado As Áreas Tropicais Úmidas e as Febres Hemorrágicas Virais – Uma Abordagem Geográfica na Área Ambiental e de Saúde, a tese foi defendida em 2007 pelo professor do Departamento de Ciências do Ambiente da PUC-SP, Paulo Roberto Moraes. Mais informações com Prof. Paulo Roberto Moraes, pelos telefones e-mail prmoraes@uol.com.br.

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22 de abril, Dia Internacional da Terra

15/04/2008
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2008 é o Ano Internacional do Planeta Terra. O que temos feito para preservar e conservar?

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Debatendo os desafios da educação ambiental

10/04/2008
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SATO, Michèle. “Debatendo os desafios da educação ambiental“. In I Congresso de Educação Ambiental Pró Mar de Dentro. Rio Grande: Mestrado em Educação Ambiental, FURG & Pró Mar de Dentro, 17-21/maio/01.RESUMOAo discutirmos sobre os desafios da Educação Ambiental (EA), inevitavelmente tratamos dos processos de avaliação de suas trajetórias. Tentando romper com a linearidade que determina a maioria das comunicações em EA, mostrando seus frutos, em detrimento de seus obstáculos, este texto busca um diálogo epistemológico que reinvente a EA, em uma perspectiva de construção-desconstrução, para superarmos determinadas dificuldades e utilizar-se da criatividade para ousar novas trajetórias. Nossa análise não é a tradicional metodologia de encontrar “certo e errado”, muito menos de “culpados e inocentes”, mas circunscreve-se na necessidade de reconhecer a limitação das potencialidades da EA. Abandonando os extremos de “ufanismo-conformismo” ou do “pessimismo-otimismo”, visamos gerar um pequeno mal estar, para que a partir da crise gerada, possamos superar os conflitos. Embora as dificuldades sejam muitas, ancoraremos nossas reflexões na: a) a importância da compreensão política da EA e suas representações; b) na falácia do “desenvolvimento sustentável” e nas novas formas de superação; c) na dificuldade do trabalho em equipe, mas na riqueza dos processos de co-educação; d) na importância

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Debatendo os desafios da educação ambiental

10/04/2008
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SATO, Michèle. “Debatendo os desafios da educação ambiental“. In I Congresso de Educação Ambiental Pró Mar de Dentro. Rio Grande: Mestrado em Educação Ambiental, FURG & Pró Mar de Dentro, 17-21/maio/01. RESUMO Ao discutirmos sobre os desafios da Educação Ambiental (EA), inevitavelmente tratamos dos processos de avaliação de suas trajetórias. Tentando romper com a linearidade que determina a maioria das comunicações em EA, mostrando seus frutos, em detrimento de seus obstáculos, este texto busca um diálogo epistemológico que reinvente a EA, em uma perspectiva de construção-desconstrução, para superarmos determinadas dificuldades e utilizar-se da criatividade para ousar novas trajetórias. Nossa análise não é a tradicional metodologia de encontrar “certo e errado”, muito menos de “culpados e inocentes”, mas circunscreve-se na necessidade de reconhecer a limitação das potencialidades da EA. Abandonando os extremos de “ufanismo-conformismo” ou do “pessimismo-otimismo”, visamos gerar um pequeno mal estar, para que a partir da crise gerada, possamos superar os conflitos. Embora as dificuldades sejam muitas, ancoraremos nossas reflexões na: a) a importância da compreensão política da EA e suas representações; b) na falácia do “desenvolvimento sustentável” e nas novas formas de superação; c) na dificuldade do trabalho em equipe, mas na riqueza dos processos de co-educação; d)

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O tamanho do desmatamento amazônico

10/04/2008
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Segundo a Agência Amazônia de Notícias (www.agenciaamazonia.com.br) Amazônia perdeu 320 mil campos de futebol em 2007. O diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gilberto Câmara Neto, explicou finalmente hoje na Câmara dos Deputados o Projeto de Estimativa de Desflorestamento da Amazônia (Prodes), que monitora a Amazônia por satélite. Durante audiência pública sobre o desmatamento na Amazônia, ele dividiu o desmatamento na região em duas grandes modalidades: corte raso, ou corte e queima – método largamente usado nas décadas de 1970 e 1980, por ser rápido – e degradação progressiva, que vem ocorrendo desde o fim da década de 1990. Nesse aspecto, o desmatamento começa com a extração seletiva de madeira, depois se sucedem as queimadas, em seguida a semeadura do pasto, até o corte total da vegetação. “O processo se tornou conhecido por engana satélite, já que os produtores da área acreditavam ser possível fugir da fiscalização”, comentou.

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Aquecedor Solar, um auxílio sustentável

10/04/2008
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A cidade de São Paulo está a caminho da sustentabilidade. O que é muito bom! EmSão Paulo já há uma lei. O uso de aquecedores solares economiza cerca de 17.000 litros de água por ano em cada domicilio. Para a cidade de São Paulo, com aproximadamente de 11 milhões de habitantes a substituição dos chuveiros elétricos por aquecedores solares economizaria mais de 48 bilhões de litros de água por ano. A cidade de São Paulo aprovou a Lei que torna obrigatório o uso de aquecedores solares nas novas edificações, onde através de grupos de trabalhos, calculou e analisou criteriosamente pontos como uso de água, energia, proteção do clima do planeta e no aumento de renda da população com a substituição do uso da energia elétrica e de combustíveis fósseis pela energia solar, ou seja, no desenvolvimento sustentável do país. Um primeiro fato a constatar é que a decisão de usar mais ou menos água é feita pelo consumidor. O aquecedor solar pode ser utilizado com vazão de 3 litros por minuto, idêntica a do chuveiro elétrico, a exemplo do que é feito nas mais de 20 mil habitações de interesse social que hoje já usam os aquecedores solares. Portanto as

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